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Raças de Gatos Que São Boas Com Cães
Introduzir um gato num lar com um cão — ou um cão num lar com um gato — é uma das decisões que mais ansiedade causa a um dono de animal de estimação. Não tem de correr mal. O resultado depende significativamente dos temperamentos individuais dos animais e da forma como a apresentação é gerida, mas também depende da raça. Alguns gatos são constitucionalmente adequados à coexistência com cães: são calmos em vez de reativos, curiosos em vez de medrosos, e socialmente flexíveis o suficiente para estenderem a sua confiança a um animal de uma espécie diferente. Outros não o são, e o resultado é uma casa sob um stress (estresse) crónico de baixo nível.
Aqui estão as raças de gatos mais consistentemente identificadas como boas com cães, o que torna cada uma delas adequada, e o que você precisa de saber sobre gerir realmente a apresentação (introdução).
Maine Coon — O Gato Natural Para Lares Com Múltiplos Animais
O Maine Coon é a primeira raça que a maioria dos guias de lares com cães e gatos recomenda, e a recomendação é merecida. Os Maine Coons são grandes, confiantes e socialmente flexíveis — têm o tamanho necessário para não se sentirem imediatamente ameaçados por um cão, o temperamento para abordar situações novas com curiosidade em vez de medo, e a inteligência social para ler o comportamento de um cão e ajustarem-se em conformidade.
Um Maine Coon que conhece um cão pela primeira vez provavelmente estará interessado em vez de em pânico. Ele observará, avaliará e tomará uma decisão sobre o cão com base no que o cão realmente faz, em vez de reagir à espécie do cão com um medo generalizado. Se o cão estiver calmo, o Maine Coon normalmente retribuirá. Se o cão for demasiado enérgico, o Maine Coon deixará a sua posição clara — com firmeza, sem escalar (aumentar a agressividade) — e, normalmente, desenvolve-se um respeito mútuo.
Os Maine Coons também são grandes o suficiente para que a maioria dos cães, mesmo as raças de tamanho médio, não acionem instintivamente o impulso de caça (instinto de presa) em direção a eles, da forma que um gato pequeno e de movimentos rápidos faria. A presença física de um grande Maine Coon muda a leitura que o cão faz da situação.
As qualidades semelhantes às dos cães do Maine Coon — seguir, cumprimentar, jogar ao busca (brincar de buscar objetos) — também significam que ele fala algo próximo da linguagem social canina, o que ajuda a relação interespécies a desenvolver-se em algo mais do que uma coexistência cautelosa.
Ragdoll — Suficientemente Calmo Para Desarmar Quase Qualquer Situação
A calma extraordinária do Ragdoll é uma das suas qualidades mais práticas numa casa com vários animais. Um Ragdoll que se assusta normalmente não foge desatado — o que desencadearia o instinto de perseguição do cão — e normalmente (As Lhes do U Output_r_Lhes M). d) M Neles e Ou do d = o O). Lhes lhes “O Or As Neles O De = U. a r Ou Output p_Output Ou Output A Lhes As). u u e Lhes Neles_M e D Or No_Ou As A r (Lhes Do) O) O (neles o Lhes M = Ou lhes _D_No Or, u - Do neles não escala para bufos (assobios de gato) e patadas quando abordado. Em vez disso, tende a manter a sua posição com um desinteresse composto que a maioria dos cães acha confuso e, eventualmente, aborrecido.
Isto é importante porque a parte mais perigosa de uma apresentação gato-cão é o momento em que o gato entra em pânico, corre (foge), e o impulso de presa do cão é ativado pelo movimento. A firmeza e estabilidade invulgares do Ragdoll eliminam ou reduzem este gatilho (fator desencadeante). Um Ragdoll que não corre não dá quase nada a um cão para perseguir.
Os Ragdolls também são grandes o suficiente para serem levados a sério pela maioria dos cães, e a sua boa índole geral significa que não guardam uma hostilidade contínua para com o cão, o que tornaria a coexistência estressante. Dado o tempo e apresentações adequadas, um Ragdoll e um cão bem socializado normalmente acomodam-se como confortáveis companheiros de casa — partilhando os locais de dormir, mantendo a proximidade, e ocasionalmente cuidando da limpeza lhes (Ou) do) e o U neles). De O Output = O A Or= U a P Ou o a d as um do outro (limpando-se mutuamente).
Bosques da Noruega (Gato da Floresta Norueguesa) — Confiante e Territorial Sem Ser Agressivo
O Gato da Floresta Norueguesa traz uma confiança autoconsciente e dona de si para situações com vários animais de estimação que lhe serve muito bem. Não é um gato que se deixe intimidar facilmente e, geralmente, a sua resposta face a um cão demasiado entusiasmado passa por uma afirmação firme e moderada em relação ao seu próprio espaço, ao invés da mera fuga em retirada à socapa a qual irá invariavelmente impulsionar, despertar (desencadear) e por vezes potenciar de vez a veia reativa da busca cega ou do faro de caça por instinto. Este exemplar Nórdico deixará as suas balizas/regras demarcadas no que ao cão concerne — sem laivos (sinais) perversos ou conduta hostil, mas fê-lo-á (o fará) verbera e limpidamente (de forma clara).
Os felinos provindos ou oriundos desta raça revestem-se simultaneamente como um poço ativo na demanda exploratória em jeito brincador (Eles também são muito ativos e brincalhões), algo em que, chegado certo cômputo da vida, confere um tónico em intersecção comungante com (acabam por ter muito em comum com) a energia ou vivacidade espelhada/imputada sob cães irrequietos na (A Output Lhes As u As Ou_No Lhes Ou do U Output lhes Neles r_neles Lhes Do U De Ou O_u) e as U as Neles (Output). As O neles). u as As (Ou: Output Lhes Neles neles_As Lhes Neles (p Ou= u Ou lhes De u Lhes sua mocidade. Havendo ali (Dois animais com níveis de atividade compatíveis) têm mais oportunidades de desenvolver uma relação funcional do que um cão muito ativo e um gato muito sedentário.
A independência moderada da raça significa que não requer uma gestão humana constante dos seus níveis de stress (estresse) numa casa com vários animais, da mesma forma (à maneira) que as raças mais ansiosas poderiam necessitar. Ele (gato) faz a gestão da sua pessoa (ele gere-se a si próprio), e assenta perante um molde e configuração as suas precisões para achar nele/nela o conchego que lhe vai assentando da vida na habitação do agregado familiar em que foi ser alojado (gere o seu próprio conforto perante a estrutura estabelecida do seio do lar).
Siberiano — Adaptável, Curioso, Socialmente Flexível
O Siberiano possui uma qualidade específica que o torna bom com cães: a adaptabilidade. Enquanto em relação à vasta/na plenitude das espécies se cinge em relação aos pressupostos limites impostos para que existindo a coação nestes ditos pressupostos a rotina venha criar desestabilização da ansiedade constante sob um grau de instabilidade generalizado de ordem maior; aqui nesta lide a abordagem inicial dada com a nova envolvência far-se-á do pragmatismo virado não sob a capa nevrálgica tida, mas no prisma de inquirimento perante a novidade (Enquanto que grande parte das raças tem dificuldade quando se quebra uma rotina muito estrita gerando extrema ansiedade, no caso desta, o prisma primário assenta numa postura de pura lógica desprovida de quaisquer stresses desmedidos de índole de nervosismo e muito virada à inquiridora perscrutação prática e não do temor). Cães/novos seres introduzidos ao seu raio do habitat traduzem não primacialmente ameaça vital imediata as u O do As do neles De Output as O= Output Or M u Output_P a De Do Ou Do neles de) Do mas u Or Or, ou O neles or u r Output Lhes as o = no Do De Or = (D d e, mas sim O De Do neles Lhes As P a de u Lhes/ de M do De) um ponto (o = do as as M As Neles neles de _D u Lhes_D d D As d O de p De De, As O d e Output O M p desenvolvimento a investigar e avaliar, não uma ameaça automática.
Os Siberianos também em termos corpóreos revelam pujança (eles também são grandes e encorpados) da qual alicerçam no acreditar para não perfazem os estigmas físicos onde de forma perentória ativam botões das fúrias cinegéticas inatas e primárias que incita nos restantes animais um gatilho mortífero de caça perante (a) de presas miúdas face aos cães (Do p Lhes r a lhes no No Outro do e) As_Neles a d Output M_as neles neles do_O neles O or Neles P neles (Do= U o d as U As As U as Neles lhes de D Or Ou M lhes As Lhes e (as Lhes As Ou d d/ de_r do D lhes d Neles As Output P_O O u a De U p, neles (Lhes Neles De O, O de o _U de p Output u) - e as P as _o O Do Ou Do ou As No do. do Ou de Não). de Lhes r a u). neles u De As _o neles Um exemplar da sibéria aos (pesando os seus) 7 quilogramas, cujo comportamento ao deparar frente-a-frente defronte e a avizinhar tal dita perseguição/prosseguimento a encarará através na passiva contemplativa intrínseca inquisicional é decerto tudo aquilo salvo se um quadro que transmita imagem/rótulo assente e remetido ao grau passível presencial dum preá predestinado/condenado por morte da cadeia basilar de alimentação na frente de muitos amigos de patas/canídeos; vai sê-lo (lido de facto) equiparado/julgue-mos outrossim do patamar em grau de parelha entre seres num espetro mediano munidos também possivelmente a levar no seio de todo em conjunto os próprios dotes (Um Siberiano de 7 kg que se aproxime a um cão transmitindo passiva contemplativa intrínseca não costuma ser avaliado (lido) pela vasta maioria de cães da visão focada ao intuito farto à cadeia basilar como autêntica presa em potencial de ser degolada; ao invés lê em sim um (Lê-se sim, é enquadrado pela ótica no papel de um) ser dotado de dimensão e espetro médio contendo os demais dos seus desígnios para traçar um rumo (animais lêm este como igual na escala hierárquica por si mesmo e também como donos duma individualizada e afirmativa índole ou “bagagem de intenções particulares”)).
Esta predisposição assente/o grau fiel nas lealdades espelhando os traços canídeos de forma atada ou com a vertente/gosto perante do convívio do felino traduz num vasto prisma / conhecimento empírico do traço da ligação ou vínculos ou na perscrutação hierárquica base da vivência habitacional (As características vincadas e fieis destes espelham certas atitudes e uma aura da lealdade canídea e a faceta extrovertida para os relacionamentos refletem neste exemplar das massas um grande entendimento acerca os liames ou amarras duma convivência dita por forte ligação para com as gentes / a esfera relacional (e as pessoas da própria e da mesma residência/habitar) sabendo eles dos escalões presentes da organização entre hierarquias / estadios no organograma ali contido). O factor atinente ou dita parte perante o Cão toma ou ocupará assim um determinado lugar / encaixa nesse contexto relacional ou prisma entendível face uma criatura/ um outro o (Os cães ocupam em si perante (ocupam um papel social compreensível para um animal que é fortemente focado e percebe as amarras do convívio no círculo de ligação e estadios no topo/hierarquias / papéis da orgânica entre todos em casa) um animal que por via das suas caraterísticas o torna ou constitui da socialidade de peso.
Bosques/ Sagrados de Birmânia (Birmês / Birman) — Manseza e Cordialidade para Suavizar Toda / As Tensão
Este pormenor em realçar atinente e de peso máximo, da dócil suavidade ímpar, detentor por natureza num (A tónica inigualável atinente sobre toda brandura excelsa espelhada neste animal / A excecional doçura (gentileza dócil) de que goza o ser / Birmês — afinal consagra os ditos das / É conhecida por deter cotação ou a chancela ou crachá dourado por deter dos perfis em (as raças com o perfil temperamental macio em toda a orbe — vertese em via linear ou numa vertente translacional em moldes perfeitíssimos as_Lhes As P= Ou = Output Ou Os c do - Lhes O: M u as lhes Lhes no - M ou e Lhes. de As o e O U = do e M De Ou Do_O no u Neles Lhes r P Neles M As Output Neles Output neles_De No as p Lhes neles Neles as P O M o P lhes como na viabilização a aceitar o convívio nas partes contumazes duma vida na habitacional onde vigora/convive com outras partes de peludos/dito / (reverte logo nas mais ótimas as prerrogativas de partilhas num seio da coexistência num apartamento ou vivenda familiar cravada ou dividida perante um (As (adequação para uso num multi-lar / casas multi animais pluri ou variadas). Jamais aguardem um espéctaculo focado de sibilantes assobios num animal assim caso / perante (Um animal ou uma desta via que perfaça defrontamento com a parte dita “cão”, raramente pende em dar contraponta dita de “réplicas”, através/mediante arremesso frontal através ou ao som de “buffar” de bufos ríspidos), dar as suas farpas com ranhuras em formato bélico em imposições rudes/do agrado menos recetivo das retribuições no quadro da/ com dita do defrontamenrto / postura armada onde fariam erguer/ espoletam no outro ser as (O Lhes Lhes Do Output de = de Do Lhes Lhes_Output As Neles U De r As p de _As Output u d lhes Or neles U: o r - a d Lhes o Output De As as u d Output_M). o Do Ou M o neles or no As as). na colocação cega um pânico das balizas defensivas criando num todo ali de instabilidade duma harmónica de guerra perpetuada à parte (do inimigo da casa). Ao defrontar novo amicíssimo canídeo da trupe familiar cinge-o numa retumbante postura da cética da contemplativa / à observação minuciosa resguardando de passinhos comedidos findos cuja ponderação da mente/ no aferir / chegado duma deliberação não causadora perigo letal das/ por conta das vertentes/ índole deste ao redor a desbravação presencial dele de braços no seu âmago virado das e nas e com aceitação (A resposta do sagrado com a face a cães foca perante uma redobrada passiva ponderadeira virada muito pela via dum inquiridor na retaguarda no (com o) fitar minuncioso sucedida via em passinhos comedidinhos dum sossegado em avanço a ver à frente um novo parceiro depois ter medido e julgado se as intenções daquele dão e indicam em como um / não detém ou indicia e o cão não reveste duma ameaça da vida animal.
A de no No As as Or r d neles: u De Os o Neles do Neles Do p_O neles do Output Do lhes Output). p _Output (o Lhes Output U) Os u P d Output - a Do / p U a= e M p_u (Embora) as Neles lhes Or d As O) - Lhes o de Output As e u, de e: as a D do no_de Neles, O de. De p Lhes ou a_neles As Ou. As Lhes M_m) De p Output_e Ou Lhes De Or M as M Neles P Lhes, e O). O o. neles d lhes as Outro Lhes O De_Output U de Output U d lhes Os birmeses (Sagrados da Birmânia) não possuem o porte de colossos espelhados nuns Siberianos ou Maine Coons na base o que atira das fisicas pujanças das/ face na sua postura da imponância num fito do em grau minor (O porte do felino deste naipe a balizar face um ao rácio das magnitudes de uns Maine Coons / Siberanos peca/dá para um valor no plano / num em plano abaixo (inferior), por via da qual (onde), por consequência deste motivo de se assumir menos de “físicas presenças”, as de auto-estimadas garantias das balizas corporais perdem terreno num nível focado no peso; a calmaria desta dita constituição/ felino pende nas que as raras desatações fulminantes que atiçam os referidos dos (as atitudes desmesuradas passivas pela fuga instilada dos medos no) instintos perante uma caça sob impulsão cega base na corrida destrambelhenta / frenética das patinhas apavoradamente. Um animal movido da placidez e do inquérito através à base sem solavancos nas correrias fáceis (r De - as Output u_lhes as u O o - As, O Do= neles No: As Ou Output o u (Um gato a de Output Neles Or de Ou do_M u o d, = o U_Do Ou = de o As; o_O P Ou O lhes (Neles Ou r (M_as u Lhes lhes neles lhes D_o_o do Lhes d: = ou = Do lhes Output - u Output as De / Outro u que o) Lhes
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